segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Massada de Golfinho







http://canalhadelagos.blogspot.com/2009/09/belmiro-de-azevedo.html
http://uma-mesa-redonda.blogspot.com/2011/06/chega-e-basta-ca-por-lagos-e-no-nosso.html
http://economico.sapo.pt/noticias/dos-hoteis-para-turismo-de-massas-aos-resorts-de-luxo_91203.html

Golfadas no golfinho










À atenção do investigador viperino:

http://uma-mesa-redonda.blogspot.com/2010/07/palhacada-e-palhacinhos-de-lagos.html

Programa de intenções fora de prazo:

http://www.abacusproperty.pt/downloads/hotel/abacus_hotel6_old.pdf

Como quase tudo neste liliputativo país toda a informação está escondida. Aqui não é como nos filmes em que um tipo qualquer obtém informação de quem seja e elabora uma teoria da conspiração. No nosso caso é a teoria da transpiração. Um tipo pena para tirar os nabos da púcara. Existem os escândalos à vista desarmada mas ninguém sabe de nada. Na Internet, se tivermos sorte, aparece uma pontinha do iceberg, de resto são inacreditáveis paragens no tempo, como se tudo estivesse no sítio, a funcionar, vivinho da silva. A verdade não existe em Portugal. Esta despropositada nação de piratas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Parque escolar 2





Primeiras impressões: da traineira ao porta-aviões.
Do Albacora ao submarino nuclear.

http://videos.sapo.pt/AeJtt6tdij1UtWdvBK12

Parque escolar 1




Work in progress mas com fortes suspeitas de retrocesso a nível das competências construtivas. Uma espécie de prisão/ estufa com muito espaço para brincar, quase nenhumas árvores e todas as vistas para o melhor do local: o rio, tapadas. Aliado á confusão de afunilarem tudo pela entrada principal sem preparação de espaços alternativos para poder corresponder à demanda.
Quanto ao uso das novas tecnologias limpas dá a ideia que nada.

A insustentável estranheza






Eis, pois, Valério, a razão por que te queria menos preso ao século em que vives; desejaria que a tua alma tivesse ressonância para tudo o que foi e sobre o passado baseasse a sua compreensão do presente e os seus sonhos de futuro; preso o homem nas cadeias do tempo e levado a fazer o seu trabalho por um íntimo, total e persistente impulso, a tarefa só poderá ser boa e útil se, resumindo em nós a história inteira, dermos ao presente o lugar limitado que tem de ocupar no desfile dos anos e virarmos ao futuro toda a nossa energia criadora; não te deixes impressionar pelo que surge de novo, não lhes dês um lugar absoluto, mas logo o afere pela escala que o passado te fornece; ser moderno não significa ignorar, como tu julgas, tudo o que forma o antigo; significa não deixar que perca a alma tudo o que de eterno lhe oferece o presente; e esse elemento permanente só o descobre quem não vive, exclusivamente, uma hora actual, quem não limitou a cultura ao derradeiro meio século e tem a sensibilidade desperta para todos os momentos da grande marcha humana.

Agostinho da Silva, in 'Considerações'